
Ela está fazendo uma análise de gramática emocionais na construção da APAC, na parte da metodologia etnográfica. Para isto, Astrid faz entrevistas, observações e convive com o grupo que você vai estudar, e tentar entender as regras sociais.
“Nosso estudo não propõem soluções, apenas indaga, questiona, analisa, entende. Eu acho que só o fato de tentar entender o processo social poder ser uma forma da APAC de pensar a sociedade em geral. A APAC é uma instituição revolucionária, não tenho dúvida nenhuma nisso e eu vou tentar pensar sobre a moral”, contou.
A colombiana também agradeceu a recepção da direção da APAC, dos funcionários e dos recuperandos. “Eu não consigo expressar as palavras de agradecimento que eu tenho com eles, os funcionários, os voluntários, e todos os recuperandos. Eles são um incentivo para poder levar mais para frente o meu estudo e também até para minha própria vida. Está sendo uma experiência maravilhosa, eu só tenho que agradecer”, concluiu.